EXCEL PARA PESQUISA DE MERCADO
De 25/Out. a 09/Nov. – Das 19:00h às 22:15h
Em parceria com a ASBPM (Associação Brasileira de Pesquisadores de Mercado Opinião e Mídia), a DIDATA vai realizar o primeiro curso de Excel voltado para Pesquisa de Mercado.
Público Alvo:
Profissionais da área de Pesquisa de Mercado
Objetivo:
Capacitar o aluno no uso eficiente e profissional das funções e recursos do Excel 2000-2003 (com equivalência de comandos no 2007) orientados especificamente à Pesquisa de Mercado.
Professor:
LUIZA TSUTAE TAHARA
Bacharel em Matemática pela PUCSP com diversos cursos de especialização em Matemática na USP. Trabalha com Processamento de Dados de Pesquisas de Mercado desde 1990 e ministra aulas de Programação e cursos para usuários de microcomputadores na DIDATA, desde 1983, inclusive Excel Básico, Avançado e com VBA. Atualmente, é sócia-diretora da DIDATA, responsável pela Divisão de Processamento e Tabulação de Dados de Pesquisa de Mercado da DIDATA Serviços.
Data/Horário:
De 25 a 28 de Outubro e 3, 4, 8 e 9/Nov. Das 19:00h às 22:15h
Carga horária de 26 horas.
Local:
DIDATA: Rua Capitão Cavalcanti, 39 – Vila Mariana – SP
Investimento:
Sócios ASBPM: R$ 420,00 / Não Sócios: R$ 530,00
Inscrições:
Até 15 de Outubro!
Vagas Limitadas
secretaria@asbpm.org.br
(11) 3073-0720 c/ Lívia
A ASBPM se reserva o direito de adiar o curso caso não seja atingido número suficiente de alunos.
Saibamais em…
www.asbpm.org.br
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curso: EXCEL para Pesquisa
O Google anunciou nesta quarta-feira uma melhora em sua ferramenta de buscas que tenta prever o que o usuário irá pesquisar.
Batizado de Google Instant, o serviço mostra possíveis resultados para a busca enquanto o usuário digita sua requisição.
De acordo com a empresa, o Google Instant pode economizar de dois a cinco segundos em cada pesquisa feita no site. Isso ocorre porque o usuário lê mais rápido do que digita, defende o Google.
A ferramenta também pretende ajudar usuários que não sabem exatamente quais termos devem buscar para obter o conteúdo necessário.
O Google Instant deve estar disponível para todos os usuários norte-americanos até o final desta quarta-feira.
A exigência de até 140 dígitos no Twiter não exime as empresas/marcas da responsabilidade do que é postado. Leiam o link abaixo
O luxo da classe C
19/07/2010 09:05 – O luxo da classe C
Pesquisa aponta que consumidores desse grupo gastam entre 30% e 60% da renda com marcas e produtos e veem o consumo como inclusão social
Aldine Paulino de Freitas, promotora de eventos da Penha (zona leste), deu-se ao luxo de ter uma sandália Carmim e um jeans Opera Rock.
Carlos Eduardo Mortari, supervisor de cobrança de Perus (zona norte), acha um luxo poder trabalhar de camisa e gravata de segunda a sexta-feira. Aos finais de semana, o luxo é usar tênis de marcas “gringas” de skatista.
Dione Silva, ex-secretária-executiva da Casa Verde (zona norte), tem uma coleção “luxuosa” de cem pares de sapatos e bolsas -que inclui de uma original Louis Vuitton a réplicas de até R$ 700 de marcas como Prada.
Unhas de porcelana que custam até R$ 400, com desenhos em alto relevo com cristais Swarovski, e produtos para “mega-hair”, um investimento de R$ 1.000 na cabeça, são luxos que ela “não abre mão” de se dar.
Para a nova classe média, não basta mais a segmentação de categoria “popular”. Ela almeja mais, quer brilhar e quer acesso ao luxo.
São brasileiros que se preocupam com a aparência, que chegam a gastar entre 30% e 60% de sua renda com marcas e produtos considerados luxuosos e que, por meio do consumo, buscam a inclusão social. Estão incluídas na classe C pessoas com renda familiar entre três e dez salários mínimos.
”O luxo para a nova classe média está ligado principalmente a autoestima e pertencimento. O primeiro passo, para esse consumidor, é poder comprar o produto que antes não comprava”, afirma André Torretta, publicitário e sócio-diretor da Ponte Estratégia, consultoria especializada em baixa renda. Depois, diz ele, vem a preocupação desses consumidores em saber escolher a roupa certa e combiná-la.
”Ser bem recebido e estar pronto para frequentar os lugares de maneira digna é um luxo para essa classe, o que mostra como é importante ser aceito e vencer preconceitos”, diz o publicitário, que a pedido da Folha fez a pesquisa sobre luxo na classe C.
Quando produtos e acessórios que ajudam a ter estilo, e luxo, são “financeiramente inatingíveis”, os consumidores emergentes não se incomodam em recorrer a réplicas -mas de qualidade.
“A minha bolsa não é original, mas é uma réplica da Louis Vuitton de R$ 550, comprada à vista pelo meu marido”, diz Claudia Vieira da Silva Costa, vendedora.
MAIS QUE O PADRÃO
Em outra pesquisa feita no ano passado com 500 consumidores de todas as faixas de renda, o Provar (Programa de Administração de Varejo) da FIA constatou que, para 80% dos entrevistados, luxo é ter um produto de qualidade.
“Não é mais aceitável só o produto padrão. Com a melhora na renda e no crédito, produtos sofisticados estão mais acessíveis. Não é à toa que os grandes varejistas anunciaram investimentos de R$ 2 bilhões para esse público”, diz Claudio Felisoni, coordenador do Provar.
O crediário é a forma escolhida para que esses consumidores comprem os artigos.
“Comprei minha TV 52 polegadas da LG em 12 vezes. O home theater da minha mãe paguei em cinco parcelas. Se não tenho condições de adquirir à vista tudo aquilo que considero meus luxos, faço o parcelamento”, afirma Beth Mendonça, que trabalha na área financeira de uma empresa.
Na lista de anseios da nova classe média brasileira, estão viagens a Fernando de Noronha, Florianópolis e Disney.
Campos do Jordão, reduto de empresários e socialites paulistas, também aparece no roteiro considerado de luxo desses consumidores. “Em Campos só tem grã-fino. Se decidir ir até lá, é preciso estar impecável, vestir as melhores roupas. O luxo está estampado na cara das pessoas”, diz Beth.
Empresas investem nesse consumidor
Empresas dos setores automobilístico, imobiliário, de cosméticos e de bebidas já investem para elevar o padrão de seus produtos -populares- e atender de forma diferenciada os consumidores emergentes do país.
“Quem não investir nesse consumidor vai perder espaço. Vejo que há um movimento, de alguns setores, para levar a essa base da pirâmide diferentes formas de ter acesso a produtos a que antes não tinham”, afirma Carlos Ferreirinha, presidente da MCF, uma das principais consultorias do setor de luxo do Brasil.
”Estamos vivendo em um mundo emergente, em que a base de consumidores novos está explodindo em todas as regiões, inclusive do país”, diz ele.
“Se as empresas não olharem de forma criteriosa e estratégica para esse público, perderão a chance de vender para essa base, que fará a diferença nos próximos anos.”
Para se aproximar desse consumidor, empresas de perfumes e cosméticos, por exemplo, abriram corners de vendas em lojas de departamento, como a Renner, ou em supermercados, como nos hipermercados Extra.
“São exercícios pontuais para atingir esse consumidor”, diz o consultor.
A Natura, por sua vez, abriu espaços -as chamadas Casa Natura- para que consultoras e consumidoras da marca possam conhecer melhor e provar seus produtos.
Já as Casas Bahia optaram em fazer, no final do ano, um evento destinado a atender as classes C, D e E de forma diferenciada.
“A Super Casas Bahia é um grande exemplo de como esse público é atendido com shows especiais da Disney, parques, monitores para seus filhos. O consumidor recebe algo nesse evento a que não teria acesso no dia a dia”, diz.
No ano passado, a C&A fechou uma parceria com o estilista Reinaldo Lourenço para desenvolver uma coleção exclusiva para a rede.
“Foi uma forma de traduzir um estilista conceituado do país e permitir que a base da população acesse produtos criados por um estilista top”, diz Ferreirinha.
Veículo: Folha de S.Paulo
Charles Maurice de Talleyrand mostra a política como um jogo mais de interesses do que ideias, voltado muito mais para o egoísmo do que para o altruísmo.
http://www.politicaparapoliticos.com.br/interna.php?t=754197&p=dpb&estado=NA
MAPA DAS ELEIÇÕES 2010
Vejam que interessante matéria publicada no Jornal Folha de São Paulo:
Pesquisa Eleitoral
Grandes institutos apontam polarização na campanha Presidencial. José Serra e Dilma Rousseff disputam a dianteira com tendência de crescimento de Dilma.



